Os policiais civis, militares e bombeiros decidiram realizar uma série de mobilizações pelo Brasil em prol da votação das PECs 446 e 300, que tramitam na Câmara dos Deputados e que cria o Piso Salarial Nacional para a categoria. A primeira atividade deve ocorrer ainda em dezembro, no estado do Rio de Janeiro, uma das cidades de sediará a Copa de 2014.
De acordo com o presidente da Cobrapol, Jânio Bosco Gandra, será um Dia de Mobilização para chamar a atenção da sociedade para o trabalho antidemocrático que os governos estaduais e federal vêm realizando no Congresso Nacional. “Ontem, enquanto a Cobrapol e as entidades representativas dos policiais militares e bombeiros realizavam uma ação conjunta para que as PECs fossem votadas, governadores de diversos estados e o próprio governo federal pressionavam as lideranças a não pautarem a matéria, sendo que havia um quórum de 445 deputados para a votação. Consideramos isso um trabalho antidemocrático que prejudica não apenas os policiais, mas em especial a sociedade que sofre diretamente os problemas ocasionados pelos baixos salários e pelo sucateamento da segurança pública”, argumentou Gandra.
As PECs 446 e 300 já foram aprovadas no Plenário da Câmara em primeiro turno e já deveriam ter sido votadas em segundo turno, de acordo com o prazo regimental da Câmara, mas acordos de lideranças do governo têm impedido que a matéria entre em pauta.
Novas mobilizações
As mobilizações setoriais devem ocorrer também em outras cidades que sediarão a Copa de 2014, como São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Salvador, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus e Cuiabá.
Na Capital Federal também deve acontecer uma manifestação pacífica e ordeira durante a cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff. “Nosso objetivo não é tumultuar a posse, mas chamar a atenção da imprensa e da população para o que vem ocorrendo no Congresso Nacional. Podemos até perder na votação e não questionamos isso, mas queremos que a matéria seja votada e o governo está fazendo de tudo para que as PECs caiam no esquecimento. Isso não permitiremos”, afirmou Gandra.
Os atos e mobilizações compõem as deliberações aprovadas pelos policiais civis no X Congresso da Cobrapol, realizado dias 17 e 18 de novembro, em Salvador/BA.
Pressão no Congresso continua
Hoje, a Cobrapol e uma comissão de policiais militares e bombeiros retornam ao Congresso Nacional numa nova ação para a votação do Piso Salarial Nacional.
Mais informes em breve.
Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa Cobrapol
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
PRESIDENTE DO SINDPOL-PA REPRESENTA OS POLICIAIS CIVIS DO PARÁ NO X CONGRESSO NACIONAL DA COBRAPOL EM SALVADOR.
Policiais civis de todo o Brasil marcaram presença através dos representantes de cada Estado da Federação no X CONGRESSO NACIONAL DA COBRAPOL, que aconteceu nos dias 17 e 18 de novembro, na Cidade de Salvador-BA, no Marazul Hotel, sendo coordenado pela COBRAPOL, com apoio do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia – SINDPOC. O SINDPOL-PA se fez presente através da participação de seu presidente, Luiz Monteiro Junior, que colaborou com os debates, interagindo com os dirigentes sindicais das polícias de todo o Brasil, aproveitando o congresso para trocar idéias e informações, principalmente com os policiais civis da Região Norte que participaram do evento. A luta dos policiais civis em nível nacional no que diz respeito a criação do Piso Salarial Nacional através da PEC 446/09 e o Movimento Nacional pela Valorização do Policial Civil, foram os tema principais abordados. Na abertura do evento, o presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, deu boas vindas a todas as delegações de policiais do Brasil e de Portugal, que foi representada pelo Sr. Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), que abrilhantou o evento com sua palestra que muito ilustrou o CONGRESSO, estabelecendo um pacto mútuo de cooperação entre Brasil e Portugal.
Ficou decidido no final do congresso, que todos os sindicatos de servidores da polícia civil do Brasil devem apresentar duas pessoas (titular e suplente) para representarem sua entidade de classe como conselheiros da COBRAPOL, na coordenação dos trabalhos referente a luta dos trabalhadores policiais no movimento nacional em defesa dos policias, com reunião marcada para o próximo dia 06/12/2010. Ficou decidido ainda, que a partir do dia 22/11/2010, todos os policiais concentrariam esforços para forçar os parlamentares a colocar em pauta a PEC 446/2009.
domingo, 7 de novembro de 2010
O Desvio de Função na Polícia Civil do Pará
Hoje no Pará, o efetivo da Polícia Civil, contando com servidores administrativos, ultrapassa os 3.700 e um grande desafio para a nova administração do Estado do Pará e para a segurança pública é O DESVIO DE FUNÇÃO DOS POLICIAIS, independente de ser civil ou militar, pois este é um tema de grande importância para a melhoria da segurança pública no Pará. O assunto preocupa todas as entidades de classes, ONG’s, e sociedade, mas infelizmente ainda é tratado com descaso pelas autoridades competentes, tendo em vista que a sociedade é quem mais sofre com as conseqüências deste ato ilegal e irresponsável. Hoje a segurança da sociedade de um modo geral está debilitada em conseqüência da ausência do policial em locais públicos e centros urbanos, fazendo com que os cidadãos e cidadãs se tornem presas fáceis de bandidos que aproveitando da situação atacam famílias, matam, roubam, estupram, cometem os mais bárbaros crimes contra as pessoas que se encontram inseguras e indefesas. É preciso que nossos governantes cuidem desse assunto (SEGURANÇA PÚBLICA), com a devida urgência e com medidas enérgicas, para que a sociedade resgate o direito de ir e vir, sem se preocupar com o que pode está para acontecer, pois hoje, qualquer pessoa ao sair de sua casa, não sabe se vai voltar ou se vai encontrar sua família como havia deixado.
O lugar da polícia é nas ruas, investigando, combatendo o crime, ao lado do povo de bem, cumprindo com seu verdadeiro papel como prevê a Constituição Federal Brasileira. As Polícias (Civil e Militar) são as forças de confiança do Estado e da sociedade, cabe aos órgãos competentes fazerem com que a polícia cumpra seu verdadeiro papel, promovendo a paz, a tranqüilidade e a segurança do nosso povo, pois não é justo sacrificar o bem estar da sociedade em função de um sistema ineficaz, corrompido, egoísta e intolerante, pois infelizmente a POLÍTICA interfere e muito, direta e indiretamente nas POLÍCIAS, sendo a Polícia do povo e não dos políticos. Hoje nossa sociedade está ciente de seus direitos e cobra mais do poder público, resposta nós tivemos nas ultimas eleições e a sociedade está acompanhando e vendo claramente os policiais que tentaram fazer cumprir seu papel com mais honrada civilidade, sofrendo com a influencia da “hierarquia”.
Nós que fazemos parte desta entidade de classe denominada SINDPOL-PA, queremos despertar nos servidores públicos da Polícia Civil do Pará, a esperança de um novo amanhã, onde o servidor possa ter seus direitos garantidos, seu trabalho valorizado, sua auto-estima motivada para garantir um trabalho sério e resgatar o reconhecimento da sociedade. Chega de policiais civis em delegacias, vigiando presos e tendo que fazer revista em familiares e alimentos de presos que deveriam ser vigiados por agentes penitenciários preparados para tal missão. O verdadeiro lugar do Policial é nas ruas, investigando, combatendo os crimes e ao lado da sociedade como um todo.
O lugar da polícia é nas ruas, investigando, combatendo o crime, ao lado do povo de bem, cumprindo com seu verdadeiro papel como prevê a Constituição Federal Brasileira. As Polícias (Civil e Militar) são as forças de confiança do Estado e da sociedade, cabe aos órgãos competentes fazerem com que a polícia cumpra seu verdadeiro papel, promovendo a paz, a tranqüilidade e a segurança do nosso povo, pois não é justo sacrificar o bem estar da sociedade em função de um sistema ineficaz, corrompido, egoísta e intolerante, pois infelizmente a POLÍTICA interfere e muito, direta e indiretamente nas POLÍCIAS, sendo a Polícia do povo e não dos políticos. Hoje nossa sociedade está ciente de seus direitos e cobra mais do poder público, resposta nós tivemos nas ultimas eleições e a sociedade está acompanhando e vendo claramente os policiais que tentaram fazer cumprir seu papel com mais honrada civilidade, sofrendo com a influencia da “hierarquia”.
Nós que fazemos parte desta entidade de classe denominada SINDPOL-PA, queremos despertar nos servidores públicos da Polícia Civil do Pará, a esperança de um novo amanhã, onde o servidor possa ter seus direitos garantidos, seu trabalho valorizado, sua auto-estima motivada para garantir um trabalho sério e resgatar o reconhecimento da sociedade. Chega de policiais civis em delegacias, vigiando presos e tendo que fazer revista em familiares e alimentos de presos que deveriam ser vigiados por agentes penitenciários preparados para tal missão. O verdadeiro lugar do Policial é nas ruas, investigando, combatendo os crimes e ao lado da sociedade como um todo.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Outeiro em dias de manifestações e protestos
No dia 01/11/02, motoristas de vans que trabalham com o transporte alternativo na Ilha de Caratateua fizeram uma manifestação para impedir a circulação dos ônibus da Transuni, empresa que ganhou uma autorização da PMB para circular na referida Ilha. E no ultimo dia 02/11/10, foi a vez da população reivindicar o direito de ir e vir e escolher a melhor maneira de se locomover , pois com os serviços oferecidos pela cooperativa dos trabalhadores das vans, nenhum benefício garantido em lei é cumprido, como meia passagem para estudantes, gratuidade para idosos e deficientes físicos, além de cobrarem a passagem de acordo com suas vontades, ou seja, se for para deixar até certo ponto,é cobrado um valor, e quanto mais longe, mais caro fica, essa informação é repassada por moradores que ficaram indignados com o manifesto dos motoristas das vans. Os trabalhadores dos transportes alternativos de Outeiro dizem que as informações não são verdadeiras e que pessoas estejam querendo prejudicar o serviço. No entanto nós sabemos que existem outros interesses envolvidos, e quem acaba perdendo são os moradores do Outeiro que lutam há vários anos por um transporte de qualidade e que atenda os anseios dessa população sofrida.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Não deixaremos a Policia Civil do Pará acabar.
Veja bem, no atual governo, o mando e desmando na Instituição Polícia Civil é freqüente e notório, ou seja, a Polícia Civil perdeu sua identidade, na verdade já teve quem disse que a Polícia Civil acabou não há mais sentido para sua existência, o Ministério Público manda e desmanda, a Polícia Militar faz o que quer mesmo sem ter competência judiciária, sob ameaças dos chefes militares e diretores executivos das diversas secretarias do governo, a Polícia Civil sede a suas vontades, não temos mais identidade Institucional.
O absurdo do momento, mais um, foi agora a transferência arbitrária dos investigadores e Delegados de Altamira, após o protesto pela morte do investigador WALDEMIR DA SILVA OLIVEIRA, protesto também pela falta de condições de trabalho e abandono, foram transferidos por imposição do governo, configurando inclusive crime político.
É absurdo que o dirigente atual não veja que seus diretores não andem pelas superintendências ou aleguem não saber das situações das mesmas, pois seus diretores comumente informam sobre tais situações, mas nada resolvem e por onde o Sindpol-PA anda, verifica que a situação de abandono é verídica, não tem material, não tem manutenção e como se sabe o policial trabalha no limite, ganhando mal, mas faz sempre o melhor para atender a população, engrandecendo o nome da Instituição e do seu dirigente que não dá a atenção devida a seus governados. A troca é injusta e quem perde é a Instituição e o Estado.
A polícia Civil é o único órgão estatal que está presente em todo o Estado, mais que o judiciário, fazendo com que a Lei seja cumprida, sendo o primeiro contato da Justiça com a população, mas o Estado não reconhece que seus servidores precisam ser bem tratados, bem remunerados e bem assistidos, pois se acontecem desvios de conduta ou excessos, muitas vezes inevitáveis a culpa é exclusiva do Estado, diga-se inclusive, é opção nossa ser servidor público, mas nem por isso precisamos ser humilhados, maltratados e crucificados pela falta de condições proporcionada pelo Estado (seus dirigentes), enquanto se derrama dinheiro em campanhas milionárias para que o governo permaneça como está.
Nós estamos vigilantes, não ficaremos calados e nem de mãos atadas. Juridicamente providências estão sendo tomadas no que concerne as nossas obrigações para com nossos associados e com a categoria como um todo.
Ao contrário do que pensam, nossa Instituição ainda não morreu, enquanto existirem pessoas dispostas a mudar o conceito pregado pelo governo para uma visão atual, a tendência é ser reconhecido e fazer crescer esta entidade e a própria Instituição, temos valores que não podem ser substituídos ou comprados, que nos foram dados por nossos pais, a hombridade, a honra, a humildade e a crença em Deus, não temos medo, somos fortes juntos, somos uma categoria esclarecida e teremos muitas vitórias juntos.
O absurdo do momento, mais um, foi agora a transferência arbitrária dos investigadores e Delegados de Altamira, após o protesto pela morte do investigador WALDEMIR DA SILVA OLIVEIRA, protesto também pela falta de condições de trabalho e abandono, foram transferidos por imposição do governo, configurando inclusive crime político.
É absurdo que o dirigente atual não veja que seus diretores não andem pelas superintendências ou aleguem não saber das situações das mesmas, pois seus diretores comumente informam sobre tais situações, mas nada resolvem e por onde o Sindpol-PA anda, verifica que a situação de abandono é verídica, não tem material, não tem manutenção e como se sabe o policial trabalha no limite, ganhando mal, mas faz sempre o melhor para atender a população, engrandecendo o nome da Instituição e do seu dirigente que não dá a atenção devida a seus governados. A troca é injusta e quem perde é a Instituição e o Estado.
A polícia Civil é o único órgão estatal que está presente em todo o Estado, mais que o judiciário, fazendo com que a Lei seja cumprida, sendo o primeiro contato da Justiça com a população, mas o Estado não reconhece que seus servidores precisam ser bem tratados, bem remunerados e bem assistidos, pois se acontecem desvios de conduta ou excessos, muitas vezes inevitáveis a culpa é exclusiva do Estado, diga-se inclusive, é opção nossa ser servidor público, mas nem por isso precisamos ser humilhados, maltratados e crucificados pela falta de condições proporcionada pelo Estado (seus dirigentes), enquanto se derrama dinheiro em campanhas milionárias para que o governo permaneça como está.
Nós estamos vigilantes, não ficaremos calados e nem de mãos atadas. Juridicamente providências estão sendo tomadas no que concerne as nossas obrigações para com nossos associados e com a categoria como um todo.
Ao contrário do que pensam, nossa Instituição ainda não morreu, enquanto existirem pessoas dispostas a mudar o conceito pregado pelo governo para uma visão atual, a tendência é ser reconhecido e fazer crescer esta entidade e a própria Instituição, temos valores que não podem ser substituídos ou comprados, que nos foram dados por nossos pais, a hombridade, a honra, a humildade e a crença em Deus, não temos medo, somos fortes juntos, somos uma categoria esclarecida e teremos muitas vitórias juntos.
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